CFEP

Prezados Educadores e Pedagogos Associados

Saudações à comunidade educacional! Expresso meu respeito e reconhecimento aos dedicados profissionais. A pedagogia é essencial na construção do futuro, guiando e inspirando gerações. Destaco o livro "Educação em Transformação: Desafios para o Pedagogo" de Maria Silva, abordando desafios contemporâneos, incluindo tecnologia e diversidade Destaco também "Pedagogia do Oprimido" de Paulo Freire, uma obra crítica e inovadora na prática educacional. Freire propõe uma visão emancipadora da educação, destacando a participação ativa dos alunos. A busca por qualidade no sistema educacional envolve inclusão, tecnologia, relevância curricular e papel do professor O presidente do CFEP, Geraldo de Paiva, destaca a importância da atualização constante, especialmente em tecnologia, para enfrentar os desafios do ensino atual. Incentiva a participação nos debates do CFEP, fortalecendo laços profissionais e inspirando a busca pela excelência educacional. adicionar esse texto no código

Indicações

Livro: "Pedagogia do oprimido"

Clássico do Patrono da Educação, Pedagogia do oprimido é uma das obras de ciências sociais e humanas mais citadas no mundo. Apresentando de forma objetiva reflexões sobre a relação entre opressores e oprimidos, Paulo Freire nos presenteia com um livro revolucionário que reafirma a esperança na libertação do ser humano por meio do diálogo e da práxis. Pedagogia do oprimido, escrito entre 1964 e 1968, quando Paulo Freire estava exilado no Chile, foi proibido pela ditadura civil-militar do Brasil, onde permaneceu inédito até 1974 Ancorado em situações concretas, este livro desvela as relações que sustentam uma ordem injusta, responsável pela violência dos opressores e pelo medo da liberdade que os oprimidos sentem. É um livro radical, sobre o conhecer solidário, a vocação ontológica, o amor, o diálogo, a esperança e a humildade. Aborda a luta pela desalienação, pelo trabalho livre, pela afirmação dos seres humanos como pessoas, e não coisas.

Noticias

Prefeitura de SP anuncia pagamento do piso salarial de R$ 4.420,55 para professores das unidades conveniadas da Rede Municipal:

O prefeito Ricardo Nunes e o secretário de Educação, Fernando Padula, anunciaram nesta quarta-feira (5) um reajuste salarial que vai garantir o pagamento de R$ 4.420,55, correspondente ao piso salarial nacional dos professores da educação básica para os 32.475 professores que atuam nas unidades conveniadas da Rede Municipal. Para garantir o aumento, a Prefeitura está investindo cerca de R$ 39 milhões mensais.

A cidade de São Paulo possui mais de 2.200 unidades conveniadas que garantem o atendimento de bebês e crianças de 0 a 3 anos de idade e contribuem para manter a fila por demanda nas creches zerada por mais de três anos consecutivos. O valor do salário dos professores que atuam nestas unidades passou de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55 mensais, representando um aumento de 15%. A atualização será feita neste mês de julho, e o pagamento com reajuste começa a partir de agosto. O anúncio foi feito durante o evento que ocorreu no Memorial da América Latina, em São Paulo, para celebrar as mais de duas décadas em que as creches deixaram de ser um equipamento da assistência social e passaram para educação, adotando uma abordagem pedagógica que proporciona às crianças um ambiente estimulante e propício ao aprendizado.

O secretário de Educação, Fernando Padula, lembrou que a inclusão das creches no sistema educacional contribuiu para a garantia de direitos das crianças e para a redução das desigualdades sociais, mas só foi possível graças à parceria com instituições que fazem a gestão desses espaços e oferecem atendimento com a mesma qualidade da educação de toda a Rede Municipal de SP. A parceria também garante que a fila por demanda nas creches na capital siga zerada por mais de três anos. Em 2016, São Paulo chegou a ter uma fila de espera de 65 mil crianças. O déficit foi zerado em 2020 e se mantém até os dias de hoje. “Por isso há a missão da administração em equiparar salários e benefícios desses profissionais que são tão capacitados como os servidores e desempenham papel fundamental na promoção do desenvolvimento integral de nossas crianças, com atividades educativas que estimulam a curiosidade e a criatividade”, afirma Padula.


Lei institui diretrizes para valorização de professores Fonte: Agência Senado

O presidente Lula sancionou a Lei 14.817, que institui diretrizes para valorização dos profissionais da educação básica pública. A norma, publicada na edição desta quarta-feira (17) do Diário Oficial da União (DOU), estabelece plano de carreira, formação continuada e condições de trabalho para professores, diretores, inspetores e técnicos. A nova lei tem origem no PLC 88/2018, que foi apresentado pela então deputada e atual senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). Relatado pelo senador Efraim Filho (União-PB), o projeto foi aprovado pelo Senado em dezembro. O texto determina que as escolas públicas devem oferecer um plano de carreira que estimule o desenvolvimento profissional em benefício da qualidade da educação. Também deve ser ofertada uma formação continuada voltada à atualização dos profissionais e condições de trabalho que favoreçam o processo educativo. Além disso, o ingresso na profissão deverá ocorrer exclusivamente por concurso de provas e títulos. A progressão na carreira terá requisitos que estimulem o desenvolvimento dos educadores, como titulação, atualização permanente, experiência profissional e assiduidade.

Condições de trabalho

São previstos parâmetros em relação às condições de trabalho nas escolas. Um deles é a adequação do número de alunos por turma, para permitir atenção pedagógica a cada estudante. Nesse sentido, o número de classes por profissional terá de ser compatível com a jornada de trabalho e com o volume de atividades extraclasse. Outros pontos exigidos são a salubridade do ambiente físico de trabalho, a segurança para o desenvolvimento profissional e a disponibilidade, nas unidades de ensino, dos recursos didáticos indispensáveis. A lei autoriza ainda que profissionais de educação usem o transporte escolar para deslocamento entre a casa e a escola. Entretanto, essa permissão só é válida quando não houver prejuízo do uso do transporte pelos estudantes. Fonte: Agência Senado